quinta-feira, 6 de abril de 2006

FORD QUER COMPENSAÇÃO PARA PERDA CAMBIAL

O presidente da Ford América do Sul, Antonio Maciel Neto, sugeriu ontem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a devolução dos créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) obtidos na exportação como medida para amenizar a perda de contratos externos que a indústria registra por causa da valorização do real ante o dólar. A Ford deve reduzir entre 5% a 10% suas exportações. A Volkswagen, maior exportadora do setor automobilístico, reviu suas projeções e pode assistir a uma queda superior aos 20% projetados no fim do ano passado. Maciel informou que, só do modelo Ka, produzido em São Bernardo do Campo (SP), as vendas devem baixar de 25 mil para 5 mil unidades. Os resultados não serão piores porque a demanda pelos modelos EcoSport, Fiesta e caminhões continua aquecida. Em 2005, a Ford exportou US$ 1,4 bilhão. "O presidente Lula ficou de discutir, junto com governos estaduais, uma forma de agilizar a devolução do ICMS", disse Maciel. Promessa semelhante havia sido feita em dezembro pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Algumas montadoras já foram beneficiadas por programa do governo de São Paulo que libera crédito para novos projetos. No ano passado, a Ford recebeu R$ 347 milhões de créditos antigos para investimentos na fábrica do ABC, onde vai produzir um novo carro em 2007, e para a unidade de motores em Taubaté. "Já temos novos créditos acumulados", afirmou Maciel, sem revelar valores. Ele lembrou que a retenção do crédito, que deveria ser devolvido anualmente, afeta empresas de todos os setores que podem ter de repassar essa dívida para o custo dos produtos. O valor retido entre governos federal e estaduais pode passar de R$ 3 bilhões, segundo cálculos do mercado. A devolução do ICMS recolhido na compra de peças e insumos de produtos para exportação é prevista em lei. "Como achamos que dificilmente haverá mudança cambial no curto prazo, a devolução do crédito pode ajudar a compensar perdas na exportação", disse Maciel. No fim do ano passado, a Volkswagen previa queda de 20% nas exportações, que somaram US$ 1,9 bilhão. A expectativa era de que os mercados mais afetados seriam os da América do Sul, por causa do reajuste de preços. Por outro lado, havia plano de ampliar as vendas do Fox para a Europa, para 112 mil unidades. Esta semana, a Volks afirmou que a meta não será atingida pois as encomendas dos europeus também caíram depois que o preço do carro, feito só no Brasil, foi reajustado. Lula esteve ontem na fábrica da Ford na Bahia para participar do lançamento do projeto Ford nas Escolas do Brasil. A cada carro vendido, empresa e revendedores vão doar uma quantia em dinheiro para a reforma de escolas. O valor mensal pode ficar entre R$ 200 mil a R$ 600 mil. Serão beneficiadas, inicialmente, 30 escolas.
Fonte: O Estado de S. Paulo

BRASIL É IMBATÍVEL EM CARRO PEQUENO, DIZ GM

O Brasil se tornou um país altamente especializado na produção de carros pequenos destinados aos mercados emergentes. Em nenhum lugar do mundo se atingiu o mesmo equilíbrio verificado nas montadoras locais entre qualidade e custo neste segmento de produto. E essa, segundo o presidente da GM do Brasil, Ray Young, é uma competência adquirida, que garantirá um lugar cativo e permanente, para a indústria brasileira no negócio global de automóveis. Os outros países do grupo dos Bric, que além do Brasil inclui a Rússia, a Índia e a China, têm um perfil de produção diferente e ainda não contam com uma indústria automobilística madura e com posição exportadora. "Essa competência de produção de carros básicos, com custos atrativos, será mantida", afirma Young. "No longo prazo, entre cinco e dez anos, a China terá um papel importante na indústria local, mas o Brasil também terá o seu lugar". A China, que conta com um mercado interno de mais de cinco milhões de unidades ainda não exporta seus modelos. O presidente da GM do Brasil, que é descendente de chineses, porém, diz que a vocação chinesa não é de produção de modelos compactos, mas de carros médios. "Os requisitos do mercado interno chinês vão determinar sua posição no mercado global. E na China o grande potencial é para carros médios", afirma. O carro dominante na frota em circulação em Xangai, por exemplo, é o Santana, da Volkswagen, adotado principalmente pelos taxistas. Em nenhum lugar do mundo, existe uma engenharia de desenvolvimento tão articulada e orientada para modelos compactos como no Brasil. Tampouco existem linhas de montagem tão "enxutas" e eficientes para produção desse tipo de carro, com um custo de mão-de-obra tão baixo. Existem fábricas da GM na China, como a de Wulin, onde o custo do trabalhador por hora fica em US$ 2. Mas isso é uma exceção. Em Xangai, onde a GM também produz carros, o custo do homem/hora é de US$ 8, similar ao da fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul, centro de produção do modelo Celta. Nas suas cinco fábricas da China, a GM monta modelos Buick, Cadillac, Daewoo e o Corsa Classic, o único pequeno da lista. Na Índia, a empresa americana também conta com uma unidade onde se produzem modelos com plataforma da Daewoo. Na Rússia, a GM participa de uma joint venture (Autovaz) para fabricação de um utilitário esportivo, o Niva. Tanto na Índia como na Rússia, a empresa busca novas oportunidades e tem o objetivo de aumentar sua produção. Mas levará alguns anos para que isso aconteça. O Brasil está muito adiantado na disputa global. A força brasileira no mercado externo está associada com a qualidade dos carros feitos nas fábricas locais. Além de ter uma longa tradição, de mais de 50 anos, na produção de autopeças e uma cadeia altamente integrada, a indústria nacional inovou seu sistema de produção e hoje é exemplo para outras partes do mundo. "A fábrica de Gravataí inspira hoje a operação global da GM. É a mais integrada do mundo", diz Young, que define o chamado "jeitinho brasileiro" como a "profissionalização da criatividade". Segundo ele, por conta dessa especialidade brasileira em desenvolvimento e produção de carros, a tendência é que cada vez mais engenheiros locais se dediquem a projetos global. No ano passado, 20% dos cerca de mil engenheiros da GM do Brasil estavam envolvidos com projetos globais. Young afirma que a curto prazo cerca de metade dos engenheiros estarão nesta posição. A venda de serviços associados à engenharia de produtos e à manufatura para o mercado externo já rende mais de US$ 200 milhões por ano para a operação brasileira da GM. Mais uma prova da grande capacidade brasileira é o envio de engenheiros locais para a China. As exportações brasileiras também vinham sendo beneficiadas até agora pelo câmbio favorável. A valorização do real, que passou a manter uma relação de pouco mais de dois para um com o dólar, limitou, em parte, a competitividade nacional. Como lembra Young, o Real foi a moeda mais valorizada no mundo nos últimos dois anos. Isso aumentou o custo de produção, principalmente por causa dos componentes importados, e aumentou o preço médio do carros brasileiros vendidos no exterior entre 20% e 30%. "Nosso volume de exportações no primeiro trimestre caiu 5%", diz Young. Mas, em compensação, o faturamento com as exportações cresceu 20%. A empresa vendeu até março 50 mil unidades para outros países. Ao longo do ano de 2005, as exportações totalizaram 210 mil unidades. Young estima uma queda de 20% no volume de vendas em 2006. "Estou 100% confiante que os volume vão cair", afirma. Para o presidente da GM do Brasil, que comanda as operações da montadora no Mercosul, apesar dos avanços da indústria nacional ainda existem muitas oportunidades para ganhar eficiência e competitividade. Ele cita uma lista de seis iniciativas: investimentos em educação, melhoria da infra-estrutura, reforma tributária, regras trabalhistas mais atraentes e flexíveis, proteção da propriedade intelectual e mais acordos de comércio bilaterais. "O setor não precisa de privilégios, mas pode ter um ambiente ainda mais favorável para desenvolver seus negócios e exportar mais", afirma. Young projeta vendas totais de 1,8 milhão de veículos no mercado interno em 2006.

Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Sir Jackie Stewart


Sir Jackie Stewart, três vezes campeão mundial de F1, acredita que Schumacher está atingindo perigosamente os limites da proteção e acreditando demais na sorte, o que está lhe dando a falsa sensação de segurança, fazendo-o crer que sempre estará seguro."Schumacher cometeu muitos erros durante o final de semana (no GP da Austrália) e você não deve cometer tantos erros freqüentemente assim nesse nível", analisou o britânico em entrevista ao jornal inglês The Mirror."Foi um grande acidente (de Schumacher em Albert Park), mas nos nossos dias, não podemos nos permitir isso porque você pode se matar. Você tem que ter um claro limite de suas expectativas, porque você não pode se dar ao luxo de voar para fora da pista", prosseguiu."Conte o número de vezes que o Jim Clark escapou da pista. Isso não aconteceu muitas vezes, mas quando aconteceu, ele morreu", lembrou Stewart. "Se você toma liberdades como essa, isso pega você. Eventualmente, isso vai pegar o Michael", concluiu o tricampeão.

Toyota quer baixar para um ano prazo de lançamento


A Toyota Motor, que prevê vendas nos Estados Unidos 10% superiores neste ano, fundiu as suas unidades de fábrica e de engenharia norte-americanas na tentativa de desenvolver veículos mais rapidamente. Essa operação vai supervisionar o trabalho de 28 mil empregados em 15 fábricas de componentes e de montagem de veículos nos EUA, Canadá e México, e nas instalações de pesquisa e desenvolvimento de Michigan, Califórnia e Arizona, disse o porta-voz Dan Sieger. A Toyota Motor Engineering & Manufacturing North America, a unidade combinada, começou a operar ontem. "Isso vai melhorar a velocidade de colocação dos veículos no mercado", afirmou Sieger. "E vai tornar as operações mais eficientes". A Toyota está aumentando a capacidade de produção anual da fábrica norte-americana para 2 milhões de veículos, ao mesmo tempo em que executa um maior número de modelos localmente, como a picape Tundra que chegará ao mercado em 2007. Katsuaki Watanabe, presidente da companhia disse que pretende reduzir o tempo de colocação do veículo em produção - depois de projetado - para algo em torno de um ano, o ritmo mais rápido do setor. Essa fusão não resultará na redução de empregos, declarou Sieger. A Toyota anunciou planos de fundir as unidades em dezembro de 2004. Atsushi Niimi, de 59 anos, chefe da produção global da Toyota, é chairman e principal executivo da nova unidade norte-americana, informou a empresa. Seiichi Sudo, de 54 anos, que anteriormente dirigia a unidade industrial norte-americana, é presidente e diretor de operações da nova companhia. A Toyota, que obtém 60% do lucro operacional nos Estados Unidos, pretende aumentar as vendas globais em 9% neste ano, para 8,85 milhões de carros e de caminhões. As vendas norte-americanas da Toyota, segunda maior montadora do mundo depois da General Motors, cresceram cerca de 8%, em 2005.

Fonte: (Bloomberg News - Gazeta Mercantil)

Renault registra produção de 400.000 carros

Primeira unidade a ser construída no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), a fábrica de veículos de passeio da Renault do Brasil registrou no final de março a produção de 400 mil unidades e prepara-se agora para abrigar novos projetos e assegurar uma segunda ofensiva da empresa no mercado brasileiro, com base no crescimento, na lucratividade e na qualidade de seus produtos. Mais do que uma conquista estatística, o Novo Renault Mégane que saiu da linha de montagem sob o número 400 mil simboliza os avanços até aqui conquistados pela Renault do Brasil. "Alcançar este patamar de produção significa que conseguimos não apenas implantar a fábrica, como estamos conseguindo perenizá-la, formando e estabilizando a organização com uma mão-de-obra cada vez mais especializada", afirma Patrice André, diretor de Fabricação Mercosul.

VW SPACEFOX CHEGA A PARTIR DE R$ 45.650


A Volkswagen do Brasil apresentou na noite desta segunda-feira (3), o SpaceFox, perua derivada do compacto Fox, em evento realizado para a imprensa especializada, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O modelo, que está sendo produzido na fábrica de General Pacheco, na Argentina, desembarca na próxima segunda-feira (10), nas concessionárias da marca no país. Ele chega ao mercado nacional em duas versões de acabamento - Plus e Comfortline -, ambas com motorização 1.6 8V TotalFlex. O preço do SpaceFox Plus foi fixado em R$ 45.650, enquanto a perua topo de linha Comfortline custará R$ 47.650. De acordo com a Volkswagen, a versão de entrada conta com ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico de série. O propulsor é o EA111, que desenvolve 101 cavalos de potência a 5.750 rpm, abastecido com gasolina, e 103 cv, com álcool. Os valores de torque são de 14,3 kgfm (gasolina) e 14,5 kgfm (álcool), ambos a 3.250 rpm. Ainda de acordo com a VW, a perua acelera de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos com álcool (11,1 segundos, com gasolina) e atinge 175 km/h, também abastecido com o combustível vegetal no tanque (173 km/h, com gasolina). O SpaceFox mede 4,18 metros de comprimento, 1,66 m, de largura, 1,57, de altura, e 2,46m, de distância entreeixos. Seu maior trunfo, o porta-malas, tem capacidade para 430 litros, com o encosto dos bancos traseiros em posição normal. Capacidade essa que pode chegar a 1.385 litros, com os encostos dos assentos rebatidos.

Vendas crescem 5,14% em março

Apesar da queda registrada na primeira quinzena, as vendas automotivas recuperaram o fôlego na segunda metade de março, registrando crescimento ao final do mês. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram comercializados 148.066 automóveis e comerciais leves, alta de 5,14% ante março de 2005, quando os emplacamentos ficaram em 140.821 unidades.Na comparação com o mês de fevereiro, cujas vendas totalizaram 121.467 modelos, o crescimento nos licenciamentos de março foi ainda maior, totalizando 21,9%. Assim, no primeiro trimestre, a indústria automobilística já comercializou 395.256 automóveis e comerciais leves, 13,48% a mais do que em igual período do ano passado. Em março, a Fiat liderou o ranking nacional de vendas de carros de passeio, com 25,61% de participação.O segundo lugar ficou com a Volkswagen, que registrou 25,01% do total do mercado. No ranking de comerciais leves, a liderança foi da Ford, com 22,69% de participação, seguida pela Fiat, com 21,72%. Considerando automóveis e comerciais leves, a Fiat consolida a primeira posição no mercado, com 24,06%, apenas 0,28 ponto percentual a mais do que a Volkswagen.

Ranking de março

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou ontem (4) os rankings de vendas de automóveis e comerciais leves, que mostraram poucas surpresas. O primeiro foi liderado pelo Volkswagen Gol, cujos licenciamentos totalizaram 15.767 unidades. Em segundo lugar apareceu o Fiat Palio, com 11.646 emplacamentos, seguido pelo Fiat Mille, cujas vendas alcançaram 10.722 modelos. No ranking de comerciais leves, a liderança ficou mais uma vez com o Ford Ecosport, com licenciamentos de 3.712 unidades. O Fiat Strada apareceu na segunda posição, alcançando emplacamentos de 3.558 modelos. O terceiro lugar é do Volkswagen Kombi, com vendas de 1.874 veículos. Uma das poucas novidades do ranking é o Fiat Doblò, que ganhou tecnologia bicombustível em fevereiro.

Com isso, as vendas do modelo saltaram de 376 unidades para 946 em março. A picape Toyota Hilux também merece destaque. O veículo amargou meses consecutivos de queda, provocados pelo processo de ampliação da capacidade produtiva da planta da marca na Argentina, que atrasou suas entregas. No mês passado, o modelo registrou vendas de 1.149 unidades, o que lhe garantiu a segunda posição de seu segmento, atrás da Chevrolet S-10 (1.635).
Para conferir o ranking de vendas de março, clique aqui.

Grupo PSA terá nova fábrica na China

O grupo PSA Peugeot Citroën anunciou a construção de mais uma fábrica na China. A idéia é aproveitar o acelerado crescimento do mercado automotivo daquele país. A unidade industrial terá investimento de aproximadamente 250 milhões de euros. A expectativa da empresa francesa é produzir cerca de 100 mil veículos por ano no local. A PSA já possui uma fábrica na China, localizada em Wuhan. Há dois anos, a planta recebe investimentos para duplicar sua capacidade produtiva. Em 2008, a projeção é que a unidade industrial atinja produção anual de 300 mil veículos. A planta de Wuhan e a nova unidade industrial são frutos da parceria entre o grupo francês e a chinesa Dongfeng Motor, firmada em 1992. O calendário de construção e a localização da nova fábrica serão anunciados nos próximos meses.

Fast and Furious - Tokyo Drift





United International Pictures (UIP), distribuidora dos estúdios de cinema Paramount, Universal e Dreamworks; acaba de divulgar imagens oficiais de "The Fast and The Furious: Tokyo Drift", o terceiro filme da franquia Velozes e Furiosos. Como o próprio nome já revela, a história se passa na capital japonesa. Lá o protagonista da trama, o estudante universitário Shaun Boswell, interpretado pelo ator americano Lucas Black ("Cold Mountain"), se envolve em rachas pelas ruas da cidade e com a Yakuza, a máfia japonesa. A trama não segue a seqüência dos dois primeiros filmes, que tinham o ator Paul Walker no papel principal, o do policial Brian O'Conner. Walker desistiu da sequência. Há dois anos, quando o projeto de "Tokyo Drift" ainda dava seus primeiros passos, a imprensa americana chegou a anunciar a volta de Vin Diesel, após ele ter ficado de fora do segundo longa. O ator, que interpretou o ladrão de carros Dominic Toretto, no primeiro filme, em 2001, desmentiu a notícia dias depois. Entre os esportivos que disputarão a atenção com os personagens da terceira seqüência de "Velozes e Furiosos" figuram Mitsubishis Lancer Evo, Nissans Fairladys Z, Silvia e Skyline GT; e Fords Mustang. A estréia do filme nos cinemas brasileiros está prevista para o dia 11 de agosto.

domingo, 2 de abril de 2006

GP DA AUSTRÁLIA








O safety car entrou na pista quatro vezes, e apenas treze pilotos conseguiram completar o GP da Austrália, o 3º da Temporada. Destes, Alonso foi o melhor e faturou seu segundo troféu no ano.Barrichello fez uma corrida simples e ficou em 7º lugar. Massa bateu na primeira volta, enquanto Michael Schumacher, na 36ª.Button, que largou na frente, viu seu motor quebrar na reta final e ficou sem pontuar em Melbourne.

Fotos do novo Celta





Astra equilibra preço e performance

O Chevrolet Astra reinou como o único médio bicombustível por mais de um ano. Em outubro, chegou o Fiat Stilo, e, na semana passada, o Volkswagen Golf. Apesar de cilindradas diferentes, os três estão de olho no mesmo consumidor. E, neste comparativo, o Astra mostra que não perdeu a majestade.Equipado com motor 2.0, ele tem o melhor desempenho dos três, segundo o teste Folha-Mauá. Oferece uma relação custo/benefício equivalente à do Stilo, cujo motor 1.8 proporciona uma performance inferior à do 1.6 do Golf. A versão mais simples do Chevrolet custa R$ 49.484, com ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico. Perde, porém, para o Golf nas provas de frenagem.Reflexo do motor de 128 cv (cavalos) quando abastecido com álcool, a aceleração até os 100 km/h acontece em 10,19s no caso do Astra. Mas é preciso mostrar os méritos do Golf: mesmo com 11 cv a menos que o Stilo, ele é mais rápido. Para ir de 0 a 60 km/h, exige 5,13s, contra 5,17s do concorrente.O Fiat, no entanto, é ligeiramente mais ágil. Na prova de retomada entre 40 km/h e 120 km/h, leva 19,63s. O Volkswagen exige 20,19s -para o Astra, com 121 cv, o cronômetro registra o tempo de 16,90s. No duelo Stilo-Golf, a diferença é de apenas 0,06s na variação entre 80 km/h e 140 km/h. Esses números são alcançados com gasolina, quando geram, respectivamente, 112 cv e 101 cv.Imbatível mesmo o Golf é nas frenagens. Equipado com freio a disco nas quatro rodas -os outros dois usam o sistema a tambor na traseira-, ele pára 7,7 m antes do Astra quando os dois estão a 80 km/h. São 35,2 m contra 42,9 m. O Stilo estaciona depois de ter percorrido 38,6 m.Por outro lado, o modelo da Volkswagen perde no quesito preço. Ele custa R$ 47.804, mas seu ar-condicionado custa outros R$ 4.767. Ou seja, sobe para R$ 52.571, e a vantagem que aparece na tabela desaparece na hora de assinar o cheque. Uma boa alternativa é ficar com a série especial Flash, que sai por R$ 51.490 com o equipamento, além de ter rodas de liga leve e trio elétrico.O preço de tabela do Stilo é de R$ 49.370, já com ar-condicionado e trio elétrico. Seus opcionais roubam a cena. Embora a Fiat reconheça que ninguém compre o carro com todos eles, há bancos com ajuste elétrico (R$ 5.068), teto solar panorâmico (R$ 6.793) e kit viva-voz com toca-MP3 (R$ 1.950). Completo, chega a exorbitantes R$ 81.882.O Astra mais caro sai por R$ 69.174. O preço inclui ar-condicionado digital, rodas de liga leve e airbag duplo frontal e lateral, além de seu grande diferencial: o câmbio automático. O Stilo não conta com essa transmissão; no Golf, ela está disponível apenas para a versão com motor 2.0.SeguroMas a pedra no sapato do Golf é seu seguro. Levando em conta uma mesma apólice, o dono de um VW tem de pagar, em média, 35% a mais que seus colegas que dirigem um Astra ou um Stilo. A Volkswagen sabe disso e passou a equipar o médio com rastreador em São Paulo e no Rio de Janeiro.Sorte do proprietário que o Golf é mais econômico. Na cidade, um litro de álcool é suficiente para percorrer 8,4 km, enquanto o Stilo consegue fazer 7,3 km/l. Em percurso rodoviário e usando gasolina, a vantagem do Golf é de 1,2 km/l: são 14,6 km/l e 13,4 km/l.

Gasolina tem leve vantagem sobre álcool

Com a alta do preço do álcool, os veículos bicombustíveis mostraram seu real benefício ao consumidor, que agora pode optar pela gasolina sem ter de, antes, visitar a concessionária. A Folha fez as contas com todos os 58 flexíveis à venda e revela: em 31 deles, é melhor escolher a gasolina.Para saber a melhor opção, divida o consumo do álcool pelo da gasolina. Descubra o índice -ou o fator. No posto, divida o preço do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for maior que ou igual ao fator do carro, escolha gasolina.As contas da Folha consideram o consumo urbano e o rodoviário de cada carro e a relação entre o preço dos combustíveis. O fator médio, hoje, é de 0,72 -isso porque um litro de álcool permite rodar 28% menos que um de gasolina. O governo tem anunciado que uma diferença maior ou igual a 0,70 indica o uso da gasolina.Segundo o Ministério de Minas e Energia, "0,70 é um valor médio, que pode variar minimamente conforme o carro, sua manutenção, a regulagem do motor e até mesmo o modo de dirigir".Ainda que 0,70 seja uma média, há modelos longe desse valor, como o Fiesta (0,63) e a Parati (0,90). Ainda segundo estudo da Folha, a soberania do álcool só será atingida quando a relação de preço álcool/gasolina não passar de 0,60.
Fonte: Folha de São Paulo

Mecânica é terreno a ser desbravado

De olho nas motoristas que querem entender o "mecaniquês" falado nas oficinas automotivas, um shopping da Grande São Paulo ofereceu neste mês um curso de noções de mecânica para mulheres. Cerca de 50 condutoras se interessaram pelas lições sobre calibragem de pneus, suspensão, freios e amortecedores.Uma delas foi a reflexoterapeuta Sandra Mota, atraída pela possibilidade de conseguir um panorama do funcionamento geral de um veículo."Não é que eu ame mecânica, mas queria me inteirar pelo menos das peças." O que aprendeu? "A fazer economia de combustível. Por não dar atenção à calibragem, estava gastando mais do que o necessário."Em caso de pane, Mota diz que está pronta para oferecer ajuda aos rapazes que tiverem contratempos no volante. Só não sabe como reagirão."Talvez haja resistência pois homem gosta mais de brincar de carro do que mulher."Também aluna do curso, a tesoureira Luciane Nascimento afirma que assimilou as noções básicas, mas relativiza o grau de conhecimento automobilístico. "Não dá para desmontar um carro. Mas o dia que precisar, vou chegar em casa e poder dizer: acho que tem um problema em tal parte."Mecânica profissionalQuem já é fluente no "mecaniquês" é Francielli Medeiros de Proença, 20, cuja beleza é destaque num ambiente predominantemente masculino, a oficina da Cometa em Itapetininga. "Trabalhei durante quase três anos fazendo costura, mas gosto mesmo é de ser mecânica", afirma Francielli, que fez um curso no Senai e cujo pai biológico, com quem ela nunca teve contato, tinha essa profissão.

Black Eyed Peas ganha Civic tunado


A Honda dos Estados Unidos está patrocinando a turnê do quarteto californiano de pop e hip-hop Black Eyed Peas. Batizada de Honda Civic Tour, a excursão, que comemora os seis anos de aniversário da banda, prevê apenas shows em território norte-americano. Entre as ações para promover a turnê, a montadora disponibilizou um exemplar personalizado do novo Civic equipado com motor híbrido. A inspiração para a decoração partiu do disco "Monkey Business", de 2005, o mais recente trabalho do Black Eyed Peas. O carro será sorteado em agosto, quando a excursão chegar ao fim. Por fora, o sedã exibe duas cores exclusivas: vermelho "Fireball", com acabamento "flake", que imita purpurina, e preto metálico, com detalhes marmorizados em dourado. O vermelho cobre a dianteira do carro, a capota, parte das laterais e a tampa do porta-malas. Já o preto está na parte inferior das portas, nas saias laterais e na traseira. A carroceria também traz estampas do CD "Monkey Business", como a figura de um macaco sobre o capô e o nome da banda no spoiler traseiro e nas portas traseiras. O sedã híbrido é equipado com rodas de 18 polegadas Konig "Unknown", pintadas de preto. Os pneus, por sua vez, são modelos esportivos Dunlop Direzza DZ101. A saída de escapamento é feita de aço T-304, usado na construção de aviões, o que garante maior durabilidade. A suspensão foi rebaixada cerca de cinco centímetros e inclui peças da Sprint Performance feitas de liga de aço-carbono, material usado na confecção de molas mais resistentes à fadiga. Segundo a Honda, a redução da altura do carro proporcionou melhor dirigibilidade e conforto ao dirigir. Entre os destaques do interior estão bancos revestidos de couro vermelho, com o emblema da banda bordado nos encostos de cabeça, e pintura especial nas cores preta e marrom claro em partes do painel de instrumentos, do console central e portas. O sistema de entretenimento embarcado no Civic foi fornecido pela Alpine, que disponibilizou apenas equipamentos topo de linha. Ele integra controlador de multimidia IVA-D310, com rádio e tocador de CD/DVD/MP3/WMA, monitor de sete polegadas com acionamento de funções por meio de toques na tela e adaptador para Apple iPod. O conjunto inclui ainda dois subwoofers Type-S de 10 polegadas e 700 W de potência, quatro alto-falantes Type-S, além de um par de amplificadores V12. Os tapetes também trazem as iniciais da banda bordadas. Mas um detalhe promete chamar a atenção de quem entrar no carro: um microfone Shure modelo 55SH transformado em alavanca de câmbio. Como se não bastasse tanta aparelhagem, o carro do quarteto é equipado com sistema de navegação por satélite e um megafone eletrônico adaptado à buzina. Segundo a Honda, o dispositivo é ideal para anunciar os shows da banda pelas cidades onde ela estiver passando. O Honda Civic tunado do quarteto californiano pode ser visto no videoclipe da música "Pump It", uma versão acelerada da canção "Misirlou", do guitarrista Dick Dale, imortalizada na trilha sonora do filme "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino.